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Oswaldo Montenegro

Álbum "De Passagem"

Oswaldo Montenegro surpreende com o vigor do seu novo repertório”.  Tárik de Souza, crítico de música.

 “O Menestrel renova seu repertório neste CD de inéditas que reitera a contundência de seu discurso direto”. Jornal O Dia, Rio de Janeiro.

 “Com significativas nuanças instrumentais, o repertório do álbum reflete a alma inquieta do compositor”. Aquiles Riques Reis, crítico de música. Diário do Comercio, São Paulo.

“O Menestrel exibe a conhecida competência como melodista em ‘Eu quero ser feliz agora’, ‘Velhos amigos’ e ‘Pra ser feliz’... O consagrado cancionista vai além... baião, blues e rap, com letras que vão da rebeldia ao ceticismo”. Irlam Rocha, Correio Braziliense.

 "CD De Passagem impressiona pela pegada e pela versatilidade do artista, ainda que ela já seja conhecida." Aaron M./Território da Música.

 “Cantor combina atitude e qualidade artística no álbum. O instrumentista mostra grande capacidade de se reinventar enquanto passeia por diferentes sonoridades”. Sara Saar, Diário do Grande ABC, São Paulo.

 “Montenegro tem o que dizer. E o faz de forma direta, marca forte deste contundente ‘De Passagem’...’De Passagem’ expõe a honestidade e a coerência de Oswaldo Montenegro.Mauro Ferreira, crítico especializado. Notas Musicais

“Músicas com letras bem elaboradas, ótimas melodias e que já é aclamado pela crítica especializada... Um dos melhores lançamentos do ano”. Robson Candêo, JG News- Curitiba/Paraná.

 “Oswaldo Montenegro continua com fôlego de gato. O álbum surpreende pelo vigor do artista no bem sucedido passeio pela musicalidade brasileira e suas nuances”. Leidiane Montfort, Crítica de Música, A Gazeta – Cuiabá/MT.

É com um repertório bem pensado e visivelmente maduro que Oswaldo Montenegro ressurge para o País, neste álbum que foi anunciado pela crítica especializada como surpreendente”. Yáskara Cavalcante, jornal O liberal –Belém/PA.

 “Além de compor e interpretar suas canções, Oswaldo Montenegro exibe sua versatilidade tocando piano, violão e percussão em diferentes faixas”. Jornal Extra- Rio de Janeiro.

  “Oswaldo Montenegro é facilmente colocado entre as vozes masculinas mais privilegiadas do Brasil”. O Povo, Fortaleza/Ceará.

“De Passagem" fecha um ano cheio de projetos do cantor, que desde o final dos anos 70 arrebata admiradores com suas canções trovadoras”. O liberal (Americana/SP).

 “De Passagem tem surpreendido os críticos pela capacidade do artista de se renovar”. Carlinhos Santos, Jornal O Pioneiro-RS.

 “No auge da criatividade, Oswaldo Montenegro lança disco e celebra sucesso de seu primeiro filme.” Ana Clara Brant, Jornal Estado de Minas.

 “Sua voz privilegiada é tudo. Ela é a faca e o queijo que dão poder incomum a um artista único”. Jornal Meio Norte, Teresina/PI .

“Oswaldo Montenegro traz mais uma vez sua genialidade musical”. Diário da Manhã, Goiânia/GO 

“Todas as letras do disco são fortes. Felipe Cruz,  Jornal da Tarde-SP 

“Oswaldo Montenegro continua colhendo os frutos de seu trabalho em várias áreas da arte...Uma das figuras mais intrigantes da música brasileira.O Popular, Goiânia/GO.

 Uma das trajetorias mais prolíficas da MPB”.  Cruzeiro do Sul, Sorocaba/SP.

 “Com repertório inédito, Oswaldo Montenegro se supera no ‘CD De Passagem”. A Tribuna – Vitória/ES.

 “A música ‘Eu quero ser feliz agora’ é genial”. Rodrigo Fonseca, crítico do jornal O Globo.

 “Oswaldo Montenegro, um artista de grande valor, superou todas as expectativas”. Pietro Scaramuzo, Osservatorio Brasile (site Italiano).

 Com ritmos variados, energia é palavra de ordem no trabalho mais recente de Oswaldo Montenegro”. A Tarde, Salvador/Bahia.

 “Com uma variedade de estilos que vai do xaxado ao blues, o músico apresenta seu álbum de inéditas”. Jornal Agora-SP.

“Não importa por quê’ é um xaxado moderno e arretado”. Diário de Pernambuco.

 Com 12 faixas que prometem boas lembranças e fortes emoções, o novo disco é pura diversidade musical”. Jornal Amazônia.

“Impecável, da qualidade sonora à iluminação, passando pela exibição de vídeos no cenário ao fundo do palco em absoluta sincronia com o compasso da música, o show foi um deleite”.  Valéria Kurovsky, Jornal de Tocantins sobre o show “De Passagem”.

 

Filme Léo e Bia

“Léo e Bia é uma raridade no cinema brasileiro. Ousado e criativo. Um filme muito interessante, que vale ver."
- Luiz Carlos Merten, crítico do jornal O ESTADO DE SP (17/09/10)

“O diretor mostra serviço com uma câmera bastante enérgica, montagem dinâmica e fotografia caprichada”.
- Miguel Barbieri Jr, VEJA-SP .

“Estreia de Oswaldo Montenegro na direção foi muito aplaudida no Cine PE. Ele surpreendeu com um filme forte e, principalmente, bem interpretado, no qual Paloma Duarte surge como primeira grande candidata ao Calunga de melhor interpretação feminina”.......”Foi uma proposta arriscada de Oswaldo Montenegro, mas com o elenco certo, ele fez um filme muito interessante, que vale ver."
- Luiz Carlos Merten - Crítico do Jornal O Estado de São Paulo – (30/04/10)

“Léo e Bia” foi responsável pela sessão mais emocionada do festival. Sopro de vitalidade em seu diálogo, o musical foi regado a lágrimas comovidas de uma plateia que lotou. Françoise Fourton tem desempenho imponente e é a primeira candidata de vigor ao troféu Calunga de melhor atriz coadjuvante.
- Rodrigo Fonseca - Crítico de Cinema do Jornal O Globo (30/04/10)

...."Como cinéfila, posso dizer: “Léo e Bia” é um dos melhores filmes que já vi. É inovadora a forma como esse cara dirige. Lars Von Trier deveria aprender com Oswaldo Montenegro a filmar com espírito de teatro. É um Dogville brasileiro....Não chego a ter os discos, mas gosto do que ele canta”
- disse a médica sanitarista, Jane Andrade, para O Globo- Por Rodrigo Fonseca. (30/04/10)

“Os encantos do musical “Leo e Bia” e o carisma de seu autor, o músico Oswaldo Montenegro, parecem resistir ao tempo. Assim ficou comprovado pela calorosa recepção que o filme recebeu na noite de quarta –feira na competição do 14º Cine PE”.
- Carlos Helí de Almeida – Crítico do Jornal do Brasil (1/05/10)

“Os bandolins do cinema vão alardear: o menestrel revelou-se um diretor da mais alta poesia. Com “Léo e Bia”, o cineasta-poeta, Oswaldo Montenegro, arrancou lágrimas, risos e esperança, apoiado num elenco que esbanja vida.”
- Rodrigo Fonseca- Crítico de Cinema do Jornal O Globo. (14/07/10)

“Oswaldo Montenegro pôde aliar as linguagens teatrais e cinematográficas e o faz com muito equilíbrio, sem que uma linguagem atropele a outra. Quem gosta da mistura de artes encontrará em Léo e Bia uma produção interessante”.
- Edu Fernandes – Revista Rolling Stone.

“Um filme obrigatório para quem ama a arte em todas as suas formas."
- Paulo Fontenelle- Cineasta/diretor do premiado filme LOKI.

“Uma montagem ágil e criativa.”
- THIAGO STIVALETTI – UOL (30/04/10)

“A julgar pela resposta do público, a quarta-feira (28) foi o dia que mais agradou aos que foram assistir a mostra competitiva do Cine PE.”
- Celso Calheiros - SITE TERRA - (30/04/10)

“Uma história de fértil e rica beleza, com cenas de fotografia belíssima...Um desvio do padrão ao que se quer convencionar por bons filmes”.
- SIRIA MAPURUNGA, Crítica do Diário do Nordeste

 

FILME "SOLIDÕES"

Por David Arrais:

O posicionamento de contestação religiosa, com um senso exacerbado de ironia, está presente em grande parte da trilha sonora e em alguns diálogos preciosos”.

“A fotografia, em perfeita sintonia com a direção de arte, também merece destaque. 

“O diretor se mostra seguro ao passear por tantos gêneros dentro de uma mesma obra. 

“Cada ator consegue aproveitar ao máximo o espaço que o roteiro cede a seus personagens. No entanto, merecem destaque maior Vanessa Giacomo, Kamila Pistori e Pedro Nercessian, com uma “menção honrosa” para Oswaldo Montenegro, que rouba a cena como o Diabo, em uma das melhores sequências do longa". 

"Solidões, de fato, não é um filme comum”. Ricardo Diniz, crítico.

“A mistura da religiosidade, situações pitorescas e o medo da solidão fazem do filme algo único, bem diferente do que se vê em cinema. O resultado é surpreendente e divertido”. Cláudia Felício, O Fluminense.

Seria muito difícil apontar a principal qualidade que faz do filme “Solidões” uma obra tão especial. É um daqueles raros filmes que continuam conosco durante muito tempo, mesmo depois de termos deixado a sala de cinema. Talvez o motivo disso tudo resida no fato de Oswaldo Montenegro saber, como ninguém, despertar as emoções e sentimentos muitas vezes esquecidos dentro de nós, tanto através de sua música como de seu texto. 

Mostrando um profundo conhecimento da linguagem cinematográfica, a ponto de subverte-la com extrema coerência, Montenegro nos mostra os vários aspetos da solidão através de histórias muito bem costuradas e que jamais se tornam episódicas, graças à força de seu texto e a uma montagem brilhantemente caótica. Com uma bela fotografia capaz de retratar, com igual eficiência, ambientes intimistas e as paisagens mais exóticas do sertão, Oswaldo nos prova que técnica e emoção podem caminhar perfeitamente juntas, e nos presenteia com esse que é, sem dúvida alguma, um dos filmes mais originais dos últimos anos.” Paulo Henrique Fontenelle, premiado diretor dos filmes Loki e Dossiê Jango.

 

 

FILME "O PERFUME DA MEMÓRIA"

 

Depoimento, na íntegra, do crítico de cinema Rodrigo Fonseca, O Estado de S. Paulo: 

 “Esse é o terceiro longa-metragem de Oswaldo Montenegro. E em cada filme que faz, ele tem a habilidade de mexer em vários sentidos de uma só vez, com grande intensidade de cor e de alma. “O Perfume da Memória” inebria a gente por todos os lados como um turbilhão.

Dessa vez, o diretor se livra das amarras da sabedoria consciente e cai num outro lugar, que é o lugar da sabedoria da inconsciência, o lugar da pele, do toque, do cheiro. Tanto que se chama “O Perfume da Memória”.

A história é sobre a paixão entre duas mulheres, mas não impõe bandeiras. É amor sem signos fechados, apenas signos abertos, como é o feminino. Essas duas mulheres poderiam ser substituídas por um homem e uma mulher ou por dois homens. “O Perfume da Memória” trata do amar, como verbo. E o amar, como verbo, dispensa substantivos, dispensa rótulos e, fundamentalmente, dispensa bandeiras burocráticas.

O filme tem uma direção de arte brilhante de Raique Macau e as músicas mais bonitas que Oswaldo Montenegro compôs nos últimos anos.

Ele chega aqui no limite que separa o diretor do cineasta. O diretor é aquele que dirige planos, o cineasta constrói universos. Nesse filme, Oswaldo Montenegro se tornou um cineasta. Um artista absolutamente singular, no cinema e na cultura brasileira”

 

 

Outros:

 

"Oswaldo Montenegro é um quase-gênio do cinema independente." Walber Rosa (CineMundo)

 

“Um dos filmes mais sensíveis e emocionantes retratando o amor entre mulheres dos últimos tempos no cinema nacional”. Helen Castro (blogger)  

 

"O Perfume da Memória é de uma beleza arrebatadora." Rafaela Valverde (Blogger)

 

 

 

O grande destaque técnico do filme aparece nos primeiros 4 minutos. A tela é preenchida por uma grande fotografia e cinematografia, fazendo um simples papel flutuando ao vento encher nossos olhos de emoção”. Bismark L (adorocinema.com) .

 

 

 

“A linda trilha sonora compõe com a história e com as protagonistas um universo de magia e sensibilidade. A direção do sensível compositor/cantor e agora cineasta, Oswaldo Montenegro, encontra resposta precisa nas superlativas performances de Kamila Pistori e Amandha Monteiro”. Nadal (Dicas de Cinema).

 

"Uma linda história e com a trilha sonora mais bonita que eu ouvi nos últimos tempos. Já assisti quatro vezes”. Paulo Henrique Fontenelle, premiado diretor dos filmes "Cássia Eller”, "Loki" e "Dossiê Jango".

 

 

O Perfume da Memória tem uma trilha sonora linda. A performance de duas musicistas entre alguns diálogos foi o toque magistral, que o transforma em um filme completamente poético.” RODOLFO MELO (natv.com)

 

 

“As musicistas entram no filme para demonstrar aquilo que as personagens escondem dentro de si, ligando ainda mais o espectador à trama”. Matheus Saboya (O Fluminense)